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	<title>Eletrica.info &#187; Computação</title>
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		<title>Dropbox: 2 GB de Armazenamento gratuito</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 02:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenha até 10 GB de espaço na web para armazenar, com link direto e sincronia com pastas locais.


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a title="dropbox-logo" href="https://www.dropbox.com/referrals/NTczMTU4NDk5" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-1927" title="dropbox-logo" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/05/dropbox-logo-300x101.jpg" alt="" width="300" height="101" /></a>Achei esse software na net, me ajudou muito a fazer meus backups então resolvi compartilhar a dica. É compatível com Linux, Windows, MAC e Mobile! Mel na chupeta!</p>
<p>Dropbox é um serviço que permite aos seus usuários sincronizarem  arquivos de computadores diferentes, fornecendo um espaço de 2 GB (com  possibilidade de expansão para 10 GB) para que seus usuários armazenem  quaisquer arquivos para compartilhamento, utilizando-se para isso de  links diretos ou então da cessão de acesso a outros colegas e  colaboradores para utilizarem sua conta.</p>
<p><strong>Armazene o que quiser</strong></p>
<p>O Dropbox é notável por sua grande capacidade de armazenamento  gratuito (pelo preço de US$9,99 mensais é possível aumentar este espaço  para 50 GB) e também devido à sua enorme facilidade de uso. Depois de instalado em seu computador, o  Dropbox funciona na pasta “My Dropbox” criada em <em>Meus Documentos</em>.</p>
<p>Lá dentro, você poderá criar novas pastas e para compartilhar  qualquer arquivo, apenas mova-os para lá. Simples assim! Recorte ou  copie um arquivo e então o cole na pasta do Dropbox em seu PC e ele  começará a ser enviado para o servidor. Depois  de algum tempo ele já estará disponível para todos com os quais você  compartilha arquivos.</p>
<p><strong>Até 10 GB de espaço gratuitamente</strong></p>
<p>Ao criar sua conta no Dropbox você tem, gratuitamente, 2 GB de espaço  para armazenar tudo o que quiser. Contudo, existe a possibilidade de  expandir este espaço sem que você precise assinar um dos planos pagos.  Isso é feito por meio de indicações de outros usuários para o serviço.  Anteriormente já havia a possibilidade de aumentar seu espaço por meio  da indicação do serviço para novos usuários, porém, o limite máximo era  de mais 3 GB (totalizando 5 GB).</p>
<p>Agora você pode enviar vários convites e atingir até 10 GB de espaço  gratuito para armazenar arquivos na internet. Para conseguir mais 8 GB  (limite de expansão para atingir os 10 GB) 32 convites seus precisam ser  aceitos.</p>
<p>Cada vez que você indica alguém e seu contato passa a utilizar o  Dropbox, você ganha mais 250 MB de espaço extra. Para indicar usuários, é  preciso acessar sua página de referências (clique para acessar) e então  utilizar uma das opções disponíveis: enviar o link direto do convite  (existem opções para compartilhá-lo via Facebook ou Twitter), enviar um  convite para contatos de outras redes (Gmail, Hotmail, Yahoo, etc.) ou  então convidar contatos via email.</p>
<p><strong>Envie arquivos pelo site</strong></p>
<p>Além de compartilhar através da pasta “My Dropbox” em seu computador e  de poder acessar os seus arquivos a partir de qualquer computador pelo  site do serviço, desta mesma maneira você também poderá enviar arquivos  para que sejam armazenados. Estando em qualquer computador conectado à  internet, basta que acesse o site para poder enviar qualquer arquivo.</p>
<p><strong>Compartilhe seus arquivos</strong></p>
<p>O compartilhamento de arquivos através do Dropbox é bastante  eficiente e pode ser feito de diversas maneiras. Além de links diretos,  outras pessoas (ou você mesmo) podem acessar sua conta através do  programa em outros computadores. Desta forma, todo o conteúdo de uma  pasta compartilhada pode ser acessado via Dropbox em qualquer  computador.</p>
<p>Além da sincronização, é possível também acessar os arquivos  armazenados no Dropbox acessando o site do serviço – www.getdropbox.com –  e fazendo o login e para se conectar a sua conta. Contudo, você não  precisa dar os dados da sua conta para outras pessoas, basta que as  adicione como colaboradoras (&#8220;Collaborators&#8221;) e então elas também terão  acesso ao conteúdo das pastas compartilhadas.</p>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<p>Uma função bastante interessante e bem exercida pelo programa é o  compartilhamento de imagens. Todas as imagens armazenadas na pasta  “Photos”, existente em “My Dropbox”, poderão ser pré-visualizadas e  acessadas em sua conta na seção “Photos”. Esta é uma boa opção para quem  quer compartilhar suas imagens de maneira extremamente simples e  rápida.</p>
<p>Entre e se cadastre:</p>
<p style="text-align: center;"><a title="dropbox-logo" href="https://www.dropbox.com/referrals/NTczMTU4NDk5" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1927" title="dropbox-logo" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/05/dropbox-logo-300x101.jpg" alt="" width="300" height="101" /></a></p>
</div>

<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Quatro formas de economizar energia e dinheiro em datacenters</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência Energética]]></category>
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		<category><![CDATA[Datacenter]]></category>
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		<description><![CDATA[Na era da consolidação e virtualização de servidores, uma das prioridades das empresas tem sido encontrar maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica de seus datacenters. A ComputerWorld americana separou quatro dicas que podem ajudar as áreas de TI a economizar não só energia como investimento. Confira abaixo: 1- Consolidação por virtualização: economia de [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Na era da consolidação e  virtualização de servidores, uma das prioridades das empresas tem sido  encontrar maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica de seus  datacenters. A ComputerWorld americana separou quatro dicas que podem  ajudar as áreas de TI a economizar não só energia como investimento.  Confira abaixo:</p>
<p><strong>1-</strong> Consolidação por virtualização:  economia de 15%: unificar servidores usando virtualização reduz o número  de equipamentos físicos e economiza energia, mas não tanto quanto você  pode pensar. Por quê? Uma razão simples é a que servidores com  configurações mais pesadas tendem a usar mais energia do que os que eles  substituem. O que é necessário para obter economia em um projeto  desses? O vice-presidente da Terremark, Ben Stewart, acredita que é  possível cortar em cerca de 15% os gastos de energia reduzindo espaços  nos datacenters, por exemplo.</p>
<p><strong>2-</strong> Servidores de alta  densidade? Espalhe-os: esses servidores podem melhorar o desempenho, mas  nem sempre são a melhor solução para o datacenter quando a redundância,  a distribuição de energia, o esfriamento e o espaço são levados em  conta. Sem querer, você pode ficar sem energia e com um espaço sem  ocupação. Ao ampliar a densidade também se aumenta o suporte, que pode  não ser tão necessário se tudo está espalhado.</p>
<p><strong>3-</strong> Quando  falamos de gastos com esfriamento, sempre há algo que se assemelha a  &#8220;almoço grátis&#8221;: um datacenter bem localizado, em regiões específicas,  como o noroeste do pacífico ou no Canadá, pode diminuir ou eliminar  custos de resfriamento em boa parte do ano. Isso porque eles contêm  dispositivos que usam o frio externo ao em vez de manter partes ligadas  para se manter resfriado.</p>
<p><strong>4-</strong> Se você precisa de ajuda  profissional, peça: se você está rodando um datacenter antigo e não sabe  por onde começar &#8211; ou mesmo se acha que sabe -, contrate uma  consultoria. Um consultor de fora consegue olhar onde é possível  diminuir gasto de energia em mais de um terço, por exemplo.</p>
<p>Fonte: ComputerWorld</p>
</div>

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		<title>Tina-Ti software para simulação de circuitos &#8211; Freeware</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 15:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TINA-TI é ideal para solucionar problemas de uma grande variedade de circuitos, sem qualquer tipo de limitações.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a title="Tina TI" href="http://focus.ti.com/docs/toolsw/folders/print/tina-ti.html" target="_blank"><strong>TINA-TI</strong></a> é ideal para conceber, testar e solucionar problemas de uma grande variedade de circuitos, básicos e avançados, incluindo arquiteturas complexas, sem qualquer tipo de limitações do dispositivo. TINA-TI é de fácil utilização mas nem por isso deixa de ser um software robusto, já se encontra na sua versão 7.0 e é baseado no engine SPICE. TINA-TI é uma versão totalmente funcional do <a title="Tina" href="http://www.tina.com/English/tina/" target="_blank">TINA</a> com uma biblioteca de macromodelos <a title="TI" href="http://www.ti.com/" target="_blank">TI</a> mais modelos ativos e passivos.</p>
<p><strong>TINA-TI (Freeware):</strong></p>
<p>- fornece suporte para dispositivos de fornecimento de comutação de energia.<br />
- não tem limite de tamanho dos circuitos.<br />
- tem mais modelos SPICE e circuitos de exemplo incluído.<br />
* O usuário será notificado quando uma atualização está disponível para a ferramenta (software) e para as bibliotecas de modelo da <a title="TI" href="http://www.ti.com/" target="_blank">TI</a>.<br />
-suporta agora SMPS, capacidade de simulação.<br />
* Circuitos desenvolvidos em TINA-TI 7, são compatíveis com a TINA versão Industrial 7.<br />
- Versão 6.0 é compatível com a versão 7.0, mas não vice-versa</p>
<p style="text-align: center;">Imagem do Software (Conversor BUCK AC):</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="tina-ti" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/tina-ti.gif"><img class="size-medium wp-image-1469 aligncenter" title="tina-ti" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/tina-ti-300x225.gif" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Controle de Brilho para Led</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="tina_ti_texas_controle_brilho_led" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/tina_ti_texas_controle_brilho_led.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1472" title="tina_ti_texas_controle_brilho_led" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/tina_ti_texas_controle_brilho_led-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p><strong>Aplicações:</strong></p>
<p>Muitos esquemas de aplicações estão disponíveis para download e simulação no TINA-TI. Este é o caminho mais rápido e fácil de começar com a simulação de circuitos. Você pode modificar e salvar os projetos com as suas alterações usando a opção &#8220;save-as&#8221;.</p>
<p>Abaixo alguns exemplos de circuitos que podem ser utilizados, após o download da versão mais atual (No software TINA-TI na aba de menu, selecione a aba <strong>HELP</strong> depois <strong>CHECK FOR UPDATES</strong>), selecione a aba &#8220;File&#8221; depois &#8220;Open&#8221; logo em seguida abrirá a pasta &#8220;Examples&#8221;, selecione qual for de maior interesse.</p>
<p>Amplifiers<br />
Audio (Audio Op Amp Filters, Microphone Pre-Amplifiers)<br />
Cap Load Comp (C-oad Compensation, Line Driver)<br />
Comparator (Comparator Circuits)<br />
Control Loop (PI Temp Control)<br />
Current Loop (4-20mA, 0-10mA)<br />
Current Measurement (Current Transformer, Shunt Measure)<br />
Difference Amps (Difference Amplifiers) Differential to Single-Ended (Diffferential Input to Single-Ended Output, Single-Ended Input to Differential Output, etc)<br />
Filters FilterPro (Multiple FeedBack, Sallen-Key: synthesized by <a title="Filter Pro" href="http://www.eletrica.info/filter-pro-software-para-design-de-filtros-analogicos-ativos-e-passivos/" target="_self">FilterPro</a>)<br />
Filters Others (All-Pass, Low-Pass, High-Pass, Tunable, Twin-Tee)<br />
Oscillators (Wien-Bridge)<br />
Power Amps (Laser Driver, TEC Driver, Parallel Power, LED Drivers, Photodiode Driver)<br />
Precision (Low Drift, Low Noise, Low Offset, Voltage Divider)<br />
Sensor Condition (Thermistor, Resistive Bridge, Capacitive Bridge, Inst Amp Filter)<br />
Signal Process (Peak Detector, Clipping Amplifier)<br />
Single Supply (Single Supply Op Amp Circuits)<br />
Test (Cap Multiplier, Adjust Voltage Reference, Universal Integrator, Load Cancellation, x1000 Zoom Amp, Quasi-Coupled AC Amp)<br />
Transimpedance (Photodiode, Optical Detector)<br />
Voltage-to-Current (Voltage to Current, Current to Current)<br />
Wideband (Wideband Op Amp Cirucits)</p>
<p><strong>Requisitos mínimos para utilização do software TINA-TI versão 7.0:</strong></p>
<p>Pentium ou processador equivalente<br />
64 MB de memória RAM<br />
No mínimo 100 MB de espaço livre no disco rígido<br />
Mouse<br />
Placa de Vídeo<br />
Microsoft Windows 98/ME/NT/2000/XP (Win7, Instalei no meu computador e consegui utilizar sem problemas, mas no site do fabricante não consta se é ou não compatível.)</p>
<p><a title="Download" href="http://focus.ti.com/docs/toolsw/folders/print/tina-ti.html" target="_blank">Download direto no site da TEXAS </a></p>
</div>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Termômetro Digital com PIC16F818 e LM35</title>
		<link>http://www.eletrica.info/termometro-digital-com-pic16f818-e-lm35/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[gEDA]]></category>
		<category><![CDATA[led]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[LM35]]></category>
		<category><![CDATA[Microcontrolador]]></category>
		<category><![CDATA[PIC]]></category>
		<category><![CDATA[PIC16F818]]></category>
		<category><![CDATA[Piklab]]></category>
		<category><![CDATA[Termômetro Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Passo a Passo de um Termômetro Digital usando microcontrolador PIC16F818 e LM35 com display de LED (7 segmentos). Com código fonte.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Neste post vai ser abordado a construção de um dispositivo eletrônico para medir a temperatura ambiente, que é informada ao usuário por meio de um display de LED&#8217;s do tipo 7-segmentos.</p>
<p>Este projeto consiste de duas partes: hardware(menor complexidade) e software(maior complexidade). Na primeira descrevo o conceito, o funcionamento e a montagem do dispositivo. Na segunda faço o mesmo para o firmware(programa) que irá executar dentro do dispositivo.</p>
<p>A principal vantagem da abordagem adotada neste projeto é o número reduzido de componentes utilizados na construção. Embora existam chips dedicados a esta tarefa, estes podem não ser muito facilmente encontrados e não podem ser modificados ou adaptados a uma utilização em particular. Além disso, a construção com PIC é bastante didática.</p>
<p>Todos os arquivos necessários para realizar a construção e a programação, incluíndo o esquema elétrico e o código fonte em assembler, podem ser encontrados neste <a title="Arquivo Compactado" href="http://www.easy-share.com/1908947707/termometro.zip" target="_blank">arquivo compactado</a>.</p>
<p><strong>Hardware</strong></p>
<p>O componente escolhido para ser o coração deste projeto foi o PIC16F818, que em seus 18 pinos apresenta uma quantidade suficiente de entradas e saídas (16), possui conversor A/D integrado, oscilador interno de 8MHz, pode armazenar até 1K palavras de programa, 128 bytes de RAM e 128 de EEPROM, bem mais do que o necessário para esta aplicação. Esse componente apresenta ainda outros recursos bem convenientes, como um módulo para comunicação serial síncrona e outro para PWM. Em outro projeto, utilizei o módulo de comunicação serial para implementar um bus I2C para que um componente mestre controle outros componentes escravos.</p>
<p>O PIC16F818 é compatível pino-a-pino com seu ancestral direto, o popular PIC16F84, mas é muito mais versátil do que este.</p>
<p>Dentre todos os tipos de sensores de temperatura, por causa do baixo preço, estabilidade, precisão e facilidade de uso, o LM35 foi escolhido. Este componente é um circuito integrado dotado de um sensor de temperatura e circuitos de compensasão térmica e de potência, apresentando a temperatura medida como voltagem com resolução de 10mV de por grau Celsius.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Protótipo montado em proto-board:</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="termometro-proto-1" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-proto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1428 aligncenter" title="termometro-proto-1" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-proto-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Protótipo auto-iluminado:</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="termometro-proto-2" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-proto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1429 aligncenter" title="termometro-proto-2" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-proto-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Vesão final e sua caixa:</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="termometro-dev-1" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-dev-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1430 aligncenter" title="termometro-dev-1" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/termometro-dev-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Esquema elétrico:</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="Termometro" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/Termometro.jpg"><img class="size-medium wp-image-1431 aligncenter" title="Termometro" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/Termometro-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Versão em <a title="Termometro Projeto Elétrico" href="http://www.easy-share.com/1908947761/Termometro.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Arquivo fonte para o <a href="http://geda.seul.org/" target="_blank">gEDA</a>: <a href="http://www.easy-share.com/1908947772/Termometro.sch" target="_blank">Termometro.sch</a></p>
<p style="text-align: left;">Arquivo de símbolos descrevendo o componente PIC16F818: <a href="http://www.easy-share.com/1908947780/pic16F818-1.sym" target="_blank">pic16F818-1.sym</a></p>
<p style="text-align: left;">Software</p>
<p>O firmware para o termômetro foi escrito em linguagem assembly para PIC em PC/Linux usando as ferramentas de código aberto piklab e gputils. Os repositórios de algumas distros já vêm com esses pacotes, mas normalmente eles não são instalados por padrão. Apesar disso foi muito fácil instalá-los em meu Fedora usando yum:</p>
<p><strong>$ yum -y install piklab gputils</strong></p>
<p>O screenshot abaixo mostra o ambiente de desenvolvimento integrado do piklab, com um excerto do código fonte do termometro visivel na janela de editoração. Com o piklab é possível organizar os arquivos contendo o código fonte em um mesmo diretório, e incluí-los em um arquivo de projeto, que contém também detalhes e configurações sobre o hardware onde o programa irá executar. Após compilar o código fonte, pode-se transferir o executável para a memória flash do chip com apenas um clique do mouse.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="piklab-screenshot" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/piklab-screenshot.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1432" title="piklab-screenshot" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/piklab-screenshot-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O software é responsável por fazer leituras digitais periódicas do sinal analógico fornecido pelo LM35, converter essa informação em uma temperatura segundo a escala Celsius, converter esse número de binário para decimal, exibir a temperatura no visor, memorizar na EEPROM as temperaturas mínima e máxima observadas e responder à pressão de um botão. O software também permite exibir a temperatura em Farenheit, se desejado. Para algumas dessas conversões, foi necessário implementar rotinas de multiplicação e divisão eficientes, já que estas operações não estão presentes no hardware.</p>
<p style="text-align: left;">Código fonte: <a href="http://www.easy-share.com/1908947901/termometro.asm" target="_blank">termometro.asm</a>, distribuído sob a licença GPL<br />
Arquivo de projeto para o<a title="Piklab" href="http://piklab.sourceforge.net/" target="_blank"> piklab</a>: <a title="Piklab" href="http://www.easy-share.com/1908947837/Termometro.piklab" target="_blank">Termometro.piklab</a><br />
Arquivo compilado .HEX para programar o chip: <a title="Hex" href="http://www.easy-share.com/1908947836/Termometro.hex" target="_blank">Termometro.hex</a><br />
Todos os arquivos acima em formato <a href="http://www.easy-share.com/1908947707/termometro.zip" target="_blank">.ZIP </a></p>
<p style="text-align: left;"><a title="Waldeck" href="http://www.dm.ufscar.br/profs/waldeck/pic/termometro/" target="_blank">Fonte: Waldeck´s Homepage</a></p>
</div>

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		<title>Google PowerMeter permite monitorar uso de energia em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência Energética]]></category>
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		<category><![CDATA[Power Meter]]></category>

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		<description><![CDATA[Não contente com dominar a forma de enviar e-mails, encontrar informações e navegar no mundo real, o Google quer agora gerenciar o uso de energia em cada casa. No espírito de poupar dinheiro e emissões, o repórter do jornal britânico The Guardian Adam Vaughan se inscreveu para ver se o PowerMeter realmente é o futuro. [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a class="lightbox" title="powermeter_screen" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/powermeter_screen.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1424" title="powermeter_screen" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/01/powermeter_screen-300x187.png" alt="" width="300" height="187" /></a>Não contente com dominar a forma de enviar e-mails, encontrar informações e navegar no mundo real, o Google quer agora gerenciar o uso de energia em cada casa. No espírito de poupar dinheiro e emissões, o repórter do jornal britânico The Guardian Adam Vaughan se inscreveu para ver se o PowerMeter realmente é o futuro. Nos últimos dois meses, o software &#8211; que chegou ao Reino Unido em novembro &#8211; monitorou e transmitiu de uma página da web o quanto de energia elétrica consome a casa do  repórter, que tem três quartos com terraço e é do início de século 20.</p>
<p>&#8220;Não tem sido uma experiência totalmente agradável. Ver o meu uso de eletricidade em uma página do iGoogle ao lado do meu e-mail, notícias, RSS e outros elementos às vezes era um lembrete assustador da nossa libertinagem&#8221;, escreveu Adam Vaughan, no blog Green Living, do Guardian.</p>
<p>De acordo com o repórter, sua casa tipicamente gasta em torno de 150 watts executando um computador, geladeira e um par de luzes, mas, durante o período de teste do PowerMeter, não foi incomum que o consumo pulasse para mais de 3 kWh, com as máquinas de lavar roupa e louça ligadas ao mesmo tempo. Em dezembro, o gráfico PowerMeter acusou um consumo alto de 370 kWh. Vaughan lembra que é inverno na Europa. &#8220;Felizmente dezembro é provavelmente nosso maior mês de uso de energia, porque é um dos meses mais escuros e no qual ficamos com mais frequência em casa&#8221;, explica.</p>
<p>Segundo o repórter, olhar o consumo de energia através do Google PowerMeter é mais divertido, se comparado com &#8220;a decifração de contas de energia enigmáticas&#8221;. Enquanto você pode baixar os dados brutos sobre o uso de eletricidade, uma rápida olhada na planilha desconcertante mostrou a importância de uma interface significativa como gráficos PowerMeter&#8217;s.</p>
<p>Na mesma época, o Google lançou um recurso de comparação para o PowerMeter, através do qual uma pessoa pode comparar o seu consumo próprio com as médias regionais nos Estados Unidos. &#8220;O consumo da nossa casa de três quartos com terraço foi descrito como muito bom e semelhante a um apartamento de um quarto, o que não me diz muito, exceto o quão alto é o consumo de energia doméstica nos Estados Unidos&#8221;, criticou Vaughan.</p>
<p>Para o repórter, talvez o recurso fique mais interessante quanto todos os dados puderem ser compartilhados socialmente &#8211; &#8220;e os resultados fazerem as pessoas mudarem seus hábitos&#8221;. &#8220;Enquanto iGoogle e PowerMeter não permite que você publique seu uso de energia direta para o Twitter ou Facebook, o AlertMe, por exemplo, oferece um &#8216;Swingometer&#8217; pessoal para postar uma base do seu uso de energia no Facebook, Twitter ou no seu blog&#8221;, sugere Vaughan.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
</div>

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		<title>Por que a Google e a Cisco logo gerenciarão todo o seu consumo de energia?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a class="lightbox" title="google_logo" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/10/google_logo.jpg"><img class="size-medium wp-image-1140 alignleft" title="google_logo" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/10/google_logo-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Os líderes de TI entraram mais uma vez nas casas e empresas de um jeito completamente novo. Empresas como a Google e a Cisco estão oferecendo ferramentas para ajudar os consumidores e as empresas a monitorarem e gerenciarem seu consumo de energia para reduzir as emissões de carbono. Então, como veio esta tendência? E o que isto significa em questões de consumo de energia nos Estados Unidos e mundo afora? Um relatório publicado em 2008 pela Iniciativa de e-Sustentabilidade Global (GeSI, na sigla em inglês), chamado Smart 2020, revelou um quadro claro do papel do setor de TI na redução do consumo de energia e, como resultado, na redução das emissões de carbono. O estudo é chave para o entendimento das oportunidades de negócios globais do setor de TI na transformação do uso da energia e na mitigação de carbono.</p>
<p>O relatório tem dois componentes principais: quantifica as emissões diretas dos produtos e serviços de TI baseado no crescimento estimado do setor, e quantifica onde o TI poderia &#8220;permitir reduções significativas de emissões&#8221; em termos de emissões de carbono e economias de custos. Uma das conclusões do estudo foi identificar (sem surpresas) que o setor de TI tem um papel importante no aumento da eficiência energética na transmissão e na distribuição da energia elétrica, em prédios e fábricas que demandam energia, e no uso de transportes para carregar bens. O estudo estima que o setor inteiro de TI poderia reduzir aproximadamente 7,8 gigatoneladas em emissões de dióxido de carbono até 2020, ou cerca de 15% do projeto de emissões até 2020.</p>
<p><a class="lightbox" title="logo_cisco" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/logo_cisco.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1347" title="logo_cisco" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/logo_cisco-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Com isso, companhias como a Google, a Cisto e outras estão agora focadas em smart grid e construções inteligentes para sua casa e seu escritório. Smart grid e construções inteligentes se referem à habilidade de monitorar o consumo de energia e o ajustar baseado em dados em tempo real, uma troca de informações energética em mão dupla. Por enquanto, a Google está focada em gestão energética residencial e a Cisco em gestão energética comercial. Contudo, considerando o derretimento das barreiras mercadológicas, esta separação deve mudar com o tempo.</p>
<p>Fonte: Reuters</p>
</div>

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		<title>O Misterioso Memristor</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamilbal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os pesquisadores da HP resolveram o mistério de 37 anos do resistor de memória, considerado o 4o elemento de circuitos elétricos ausente.


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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">O Misterioso Memristor</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">por Sally Adee</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">First Published May 2008</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Os pesquisadores da HP resolveram o mistério de 37 anos do resistor de memória, considerado o 4o elemento de circuitos elétricos ausente.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Primeiro de maio de 2008 — Alguém que é familiar com a eletricidade e a eletrônica sabe que existe a tríade de elementos fundamentais em eletricidade: o resistor, o capacitor, e o indutor. Em 1971, na Universidade de Califórnia, em Berkeley, um engenheiro previu que deveria haver um quarto elemento elétrico: um tipo de resistor com memória, ou Memristor. Mas até então ninguém sabia como construir aquele elemento. Agora, 37 anos depois, a eletrônica finalmente ficou suficientemente pequena para revelar os segredos daquele quarto elemento elétrico. O Memristor, construído pelos pesquisadores de Hewlett-Packard (HP) revelados hoje na Nature, vinha sendo ocultado das vistas de todos por um longo período de tempo escondido dentro das características elétricas de certos dispositivos nanométricos. Eles acreditam que o novo elemento pode abrir um novo caminho para aplicações em memórias de acesso aleatório não-volátil, e também, as sonhadas redes neurais realistas, ao invés de redes neurais artificiais (uma das técnicas atuais aplicadas em Inteligência Artificial).</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">A história do Memristor começa a quase quatro décadas com um insight do pioneiro da teoria de circuito não-linear Leon Chua. Examinando as relações entre a carga elétrica e fluxo magnético em resistores elétricos, capacitores e indutores em um artigo escrito em 1971, Chua postulou a existência de um quarto elemento elétrico que chamou de resistor de memória. Tal dispositivo deveria fornecer uma relação entre o fluxo magnético e carga elétrica, semelhante a que um resistor elétrico faria quando submetido à tensão e a corrente elétrica. Na prática, isto significaria que ele atuou como um resistor elétrico cujo valor de resistência elétrica pode variar segundo a corrente elétrica que passa por ele, e que o mesmo se lembraria do valor de corrente elétrica mesmo depois da corrente elétrica ter desaparecido.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Mas o dispositivo hipotético foi liquidado dado a falta de compatibilidade construtiva da época com a matemática que explica o efeito Memristivo, mas que não era visível para o dispositivo de 1971. Trinta anos depois, um colega da HP, Stanley Williams, e o seu grupo de pesquisa trabalhavam na eletrônica molecular quando eles começaram a notar um comportamento estranho nos seus dispositivos. “Eles faziam realmente coisas, que não podíamos compreender”, diz Williams. Então o seu colaborador da HP, Greg Snider, redescobriu o artigo de Chua de 1971. Ele disse, &#8220;Ei pessoal, não sei o que temos, mas isto é o que queremos.” lembra Williams. Williams passou vários anos lendo e relendo as páginas do artigo de Chua. “Ele (o artigo) ficou vários anos batendo na minha cabeça.” Então Williams conseguiu construir seus dispositivos moleculares e obtive realmente um Memristors. “Ele bateu em mim entre os olhos.”</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">A razão pelo qual o Memristor é radicalmente diferente de outros elementos elétricos fundamentais é que, diferentemente deles, ele transporta uma memória do seu passado. Quando você desliga a tensão elétrica do circuito, o Memristor ainda se lembra quanto foi o valor aplicado nele antes de ser desligado. Isto é um efeito que não pode ser duplicado por nenhuma combinação de circuito de resistores, capacitores ou indutores, que é o que diferencia o Memristor e o qualifica como um elemento de circuito fundamental.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">A analogia clássica para um resistor elétrico é a de um tubo pelo qual a água (eletricidade) passa. A largura do tubo é análoga à resistência elétrica que permite o fluxo de corrente elétrica que passa pelo tubo — mais estreito o tubo, maior a resistência elétrica. Os resistores normais têm um tamanho de tubo invariável sob os efeitos da corrente e tensão elétrica. Um Memristor, por outro lado, modifica-se com a quantidade de água que passa pelo tubo, ou cabo. Se você empurrar a água pelo tubo em uma determinada direção, o tubo se torna maior (menos resistivo). Se você empurrar a água na outra direção, o tubo se torna menor (mais resistivo), efeito característico de um Memristor. Quando o fluxo de água pára de passar, o tamanho de tubo não se modifica mais. Tal mecanismo pode ser tecnicamente duplicado usando transistores e capacitores, mas, diz Williams, “ele utiliza muitos transistores e capacitores para fazer o emprego de um único Memristor.”</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">A memória do Memristor tem conseqüências: os computadores digitais normais têm de ser reiniciados cada vez que são ligados, dado que seus circuitos lógicos são incapazes de manter os seus bits depois que a energia é interrompida. Mas porque um Memristor pode se lembrar das antigas tensões aplicadas nele, um computador construído com componentes novos do tipo Memristor, jamais precisaria ser reiniciado. “Você pode deixar todos os seus arquivos de documentos e planilhas abertas, desligar o seu computador, e ir beber uma xícara de café ou sair de férias durante duas semanas,” diz Williams. “Quando você volta, você ligar o seu computador e tudo estará imediatamente na tela exatamente o modo que você o deixou.”</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Chua deduziu a existência do Memristor das relações matemáticas entre as quatro quantidades básicas de circuitos elétricos. As quatro quantidades básicas de circuito (carga elétrica, corrente elétrica, tensão elétrica e fluxo magnético) podem estar relacionadas uma com a outra de seis modos distintos. Duas quantidades são cobertas por leis básicas da física, e três são cobertas por elementos básicos de circuitos elétricos conhecidos (resistor, capacitor e indutor), diz professor de engenharia elétrica David Vallancourt da Universidade de Colômbia. Baseado nisto, Chua propôs o Memristor puramente como uma classe de elementos de circuito baseados em uma relação entre as cargas elétricas e fluxo magnético.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Chua interpreta o trabalho do pessoal da HP como um paradigma deslocado no tempo. Ele compara a adição do Memristor, ao arsenal elementos de circuito, da mesma forma como faria à soma de um novo elemento da tabela periódica, “agora todos os manuais de Eng. Elétrica (EE) têm de ser modificados,” diz ele.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Então, por que alguém não tinha percebido antes a Memristência? Chua de fato produziu um Memristor em 1970 com uma combinação impraticável de resistores, capacitores, indutores, e ampliadores apenas como prova do conceito. Mas o Memristor como uma propriedade de um material elétrico foi, até há pouco tempo, demasiadamente sutil para fazer uso dele. A Memristência fica obscurecida pelos outros efeitos elétricos de maior relevância, até que você veja este efeito em materiais e outros dispositivos que são construídos em tamanhos nanométricos.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">A ausência de uma aplicação para a Memristência foi particularmente complicada, não houve nenhuma necessidade para aplicar a Memristência. Nenhum engenheiro dizia, “Se só tivemos um Memristor, podemos fazer tal coisa!,” diz Vallancourt. De fato, Vallancourt, que esteve ensinando técnicas de circuitos elétricos durante anos, nunca tinha ouvido de falar da Memristência antes desta semana.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Quanto menor for a escala em que os engenheiros e pesquisadores construírem seus dispositivos mais evidente será o efeito do Memristor, diz Chua, que é agora professor sênior em Berkeley.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Houveram várias pistas da existência do Memristor no início. “A gente sabia de características engraçadas de tensão na literatura durante os últimos 50 anos,” diz Williams. “Eu fui a esses velhos artigos e vi as figuras e disse, &#8216;Sim, eles têm Memristência, e nós não sabíamos como interpretá-la.&#8217;”</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">“Sem as equações de circuito de Chua, você não pode fazer o uso deste dispositivo,” diz Williams. A gente usava todas as equações de circuito incorretas. Comparando ele com um motor de uma máquina de lavar, seria a mesma coisa que substituir o motor elétrico da máquina por um motor a combustão, pensando porque ele não correrá.” Williams encontrou um Memristor ideal no dióxido de titânio — material de pintura branca e filtro solar. Como silício, o bióxido de titânio (TiO2) que é um semicondutor, em seu estado puro é altamente resistivo. Contudo, ele pode ser dopado com outros elementos para fazê-lo muito condutivo. O TiO2, dopado não fica estacionário em um alto campo elétrico, ele tende a derivar na direção da corrente elétrica. Tal mobilidade é um veneno para um transistor comum, mas resulta exatamente no efeito desejado em um Memristor. A colocação de um nível de tensão através de um filme fino de semicondutor TiO2 dopado apenas de um lado, causa a diminuição da resistência elétrica. O deslocamento de corrente elétrica em outra direção então empurrará o dopante para trás, aumentando a assim a resistência elétrica do TiO2.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Os Laboratórios da HP estão pesquisando como manufaturar os Memristors de TiO2 e outros materiais além de tentar compreender a física por trás deles. Eles também têm perspectiva de integrar Memristors em um único chip de silício. O grupo da HP tem um silício híbrido do tipo CMOS Memristor em testes.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">As implicações nos aspectos dos circuitos elétricos podem ser a sensações do momento. As aplicações terão de ser identificadas pois as características únicas do Memristor oferecem possibilidades ainda não cobertas por componentes de hoje.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Williams está em negociações com vários laboratórios de engenharia e neurociências que estão há muito tempo perseguindo dispositivos que emulam os sistemas neurais biológicos. Chua diz que, as sinapses, conexões entre neurônios, têm um pouco do comportamento Memristivo. Por isso, um Memristor seria o dispositivo eletrônico ideal para emular uma sinapse biológica.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Redesenhando certos tipos de circuitos para incluir os Memristors, Williams espera obter a mesma função com menos componentes, fazendo o próprio circuito mais barato e significativamente reduzido, inclusive quanto ao seu consumo de energia. De fato, ele espera combinar Memristors com elementos de circuito tradicionais para produzir um dispositivo que faz computação não-booleana. “Não sabemos se estamos construindo um cérebro eletrônico, mas queremos algo que funcionará como um cérebro humano,” diz Williams. Eles pensam que podem abstrair “a idéia básica da sinapse” para fazer um computador essencialmente analógico e eficiente. “Algumas coisas que um computador digital levaria um tempo quase infinito, um computador analógico a base de Memristor demoraria apenas uma leve brisa,”diz ele.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">O grupo da HP também está estudando o desenvolvimento de uma memória não volátil baseada em Memristor. “Uma memória baseada em Memristors pode ser 1.000 vezes mais rápida do que discos magnéticos e usar muito menos energia,” diz Williams, parecendo com uma criança em uma loja de doces.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Chua acredita que a memória não volátil será a aplicação imediata do Memristor. “Estou muito feliz por isto romper as linhas inimigas” diz ele. “Na realidade a nanoescala permite que este efeito fique dominante, e você o encontrará gostando ou não dele, estou contente por poder</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">mostrar para as pessoas a direção correta.”</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Adaptado do Texto do IEEE Spectrum Online sobre o Misterioso Memristors pelo</span></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-weight: normal;">Prof. Dr. Luis Filipe Wiltgen Barbosa – LRA/FEAU/UNIVAP – 06 de maio de 2008.</span></div>
<p><span style="background-color: #ffffff;"><strong>por Sally Adee</strong></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff; "> </span></p>
<p style="display: inline !important; "><span style="font-weight: normal;"><em>First Published May 2008</em></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff; font-weight: normal; "><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="display: inline !important; "><span style="font-weight: normal;"><em>Os pesquisadores da HP resolveram o mistério de 37 anos do resistor de memória, considerado o 4o elemento de circuitos elétricos ausente.</em></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff; font-weight: normal; "><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="display: inline !important; "><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<div id="attachment_1278" class="wp-caption alignleft" style="width: 368px"><a class="lightbox" title="Memresistor" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/31987.jpg"><img class="size-full wp-image-1278  " title="Memresistor" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/31987.gif" alt="PHOTO: R. Stanley Williams" width="358" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">PHOTO: R. Stanley Williams</p></div>
<p><span style="font-weight: normal;">Primeiro de maio de 2008 — Alguém que é familiar com a eletricidade e a eletrônica sabe que existe a tríade de elementos fundamentais em eletricidade: o resistor, o capacitor, e o indutor. Em 1971, na Universidade de Califórnia, em Berkeley, um engenheiro previu que deveria haver um quarto elemento elétrico: um tipo de resistor com memória, ou Memristor. Mas até então ninguém sabia como construir aquele elemento. Agora, 37 anos depois, a eletrônica finalmente ficou suficientemente pequena para revelar os segredos daquele quarto elemento elétrico. O Memristor, construído pelos pesquisadores de Hewlett-Packard (HP) revelados hoje na Nature, vinha sendo ocultado das vistas de todos por um longo período de tempo escondido dentro das características elétricas de certos dispositivos nanométricos. Eles acreditam que o novo elemento pode abrir um novo caminho para aplicações em memórias de acesso aleatório não-volátil, e também, as sonhadas redes neurais realistas, ao invés de redes neurais artificiais (uma das técnicas atuais aplicadas em Inteligência Artificial).</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">A história do Memristor começa a quase quatro décadas com um insight do pioneiro da teoria de circuito não-linear Leon Chua. Examinando as relações entre a carga elétrica e fluxo magnético em resistores elétricos, capacitores e indutores em um artigo escrito em 1971, Chua postulou a existência de um quarto elemento elétrico que chamou de resistor de memória. Tal dispositivo deveria fornecer uma relação entre o fluxo magnético e carga elétrica, semelhante a que um resistor elétrico faria quando submetido à tensão e a corrente elétrica. Na prática, isto significaria que ele atuou como um resistor elétrico cujo valor de resistência elétrica pode variar segundo a corrente elétrica que passa por ele, e que o mesmo se lembraria do valor de corrente elétrica mesmo depois da corrente elétrica ter desaparecido.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Mas o dispositivo hipotético foi liquidado dado a falta de compatibilidade construtiva da época com a matemática que explica o efeito Memristivo, mas que não era visível para o dispositivo de 1971. Trinta anos depois, um colega da HP, Stanley Williams, e o seu grupo de pesquisa trabalhavam na eletrônica molecular quando eles começaram a notar um comportamento estranho nos seus dispositivos. “Eles faziam realmente coisas, que não podíamos compreender”, diz Williams. Então o seu colaborador da HP, Greg Snider, redescobriu o artigo de Chua de 1971. Ele disse, &#8220;Ei pessoal, não sei o que temos, mas isto é o que queremos.” lembra Williams. Williams passou vários anos lendo e relendo as páginas do artigo de Chua. “Ele (o artigo) ficou vários anos batendo na minha cabeça.” Então Williams conseguiu construir seus dispositivos moleculares e obtive realmente um Memristors. “Ele bateu em mim entre os olhos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">A razão pelo qual o Memristor é radicalmente diferente de outros elementos elétricos fundamentais é que, diferentemente deles, ele transporta uma memória do seu passado. Quando você desliga a tensão elétrica do circuito, o Memristor ainda se lembra quanto foi o valor aplicado nele antes de ser desligado. Isto é um efeito que não pode ser duplicado por nenhuma combinação de circuito de resistores, capacitores ou indutores, que é o que diferencia o Memristor e o qualifica como um elemento de circuito fundamental.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">A analogia clássica para um resistor elétrico é a de um tubo pelo qual a água (eletricidade) passa. A largura do tubo é análoga à resistência elétrica que permite o fluxo de corrente elétrica que passa pelo tubo — mais estreito o tubo, maior a resistência elétrica. Os resistores normais têm um tamanho de tubo invariável sob os efeitos da corrente e tensão elétrica. Um Memristor, por outro lado, modifica-se com a quantidade de água que passa pelo tubo, ou cabo. Se você empurrar a água pelo tubo em uma determinada direção, o tubo se torna maior (menos resistivo). Se você empurrar a água na outra direção, o tubo se torna menor (mais resistivo), efeito característico de um Memristor. Quando o fluxo de água pára de passar, o tamanho de tubo não se modifica mais. Tal mecanismo pode ser tecnicamente duplicado usando transistores e capacitores, mas, diz Williams, “ele utiliza muitos transistores e capacitores para fazer o emprego de um único Memristor.”</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">A memória do Memristor tem conseqüências: os computadores digitais normais têm de ser reiniciados cada vez que são ligados, dado que seus circuitos lógicos são incapazes de manter os seus bits depois que a energia é interrompida. Mas porque um Memristor pode se lembrar das antigas tensões aplicadas nele, um computador construído com componentes novos do tipo Memristor, jamais precisaria ser reiniciado. “Você pode deixar todos os seus arquivos de documentos e planilhas abertas, desligar o seu computador, e ir beber uma xícara de café ou sair de férias durante duas semanas,” diz Williams. “Quando você volta, você ligar o seu computador e tudo estará imediatamente na tela exatamente o modo que você o deixou.”</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Chua deduziu a existência do Memristor das relações matemáticas entre as quatro quantidades básicas de circuitos elétricos. As quatro quantidades básicas de circuito (carga elétrica, corrente elétrica, tensão elétrica e fluxo magnético) podem estar relacionadas uma com a outra de seis modos distintos. Duas quantidades são cobertas por leis básicas da física, e três são cobertas por elementos básicos de circuitos elétricos conhecidos (resistor, capacitor e indutor), diz professor de engenharia elétrica David Vallancourt da Universidade de Colômbia. Baseado nisto, Chua propôs o Memristor puramente como uma classe de elementos de circuito baseados em uma relação entre as cargas elétricas e fluxo magnético.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;"> </span></p>
<div id="attachment_1280" class="wp-caption alignleft" style="width: 385px"><a class="lightbox" title="Relação entre grandezas e componentes" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/memristor021.jpg"><img class="size-full wp-image-1280" title="Relação entre grandezas e componentes" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/memristor021.jpg" alt="Image: J. J. Yang/HP Labs" width="375" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">Image: J. J. Yang/HP Labs</p></div>
<p>Chua interpreta o trabalho do pessoal da HP como um paradigma deslocado no tempo. Ele compara a adição do Memristor, ao arsenal elementos de circuito, da mesma forma como faria à soma de um novo elemento da tabela periódica, “agora todos os manuais de Eng. Elétrica (EE) têm de ser modificados,” diz ele.</p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Então, por que alguém não tinha percebido antes a Memristência? Chua de fato produziu um Memristor em 1970 com uma combinação impraticável de resistores, capacitores, indutores, e ampliadores apenas como prova do conceito. Mas o Memristor como uma propriedade de um material elétrico foi, até há pouco tempo, demasiadamente sutil para fazer uso dele. A Memristência fica obscurecida pelos outros efeitos elétricos de maior relevância, até que você veja este efeito em materiais e outros dispositivos que são construídos em tamanhos nanométricos.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">A ausência de uma aplicação para a Memristência foi particularmente complicada, não houve nenhuma necessidade para aplicar a Memristência. Nenhum engenheiro dizia, “Se só tivemos um Memristor, podemos fazer tal coisa!,” diz Vallancourt. De fato, Vallancourt, que esteve ensinando técnicas de circuitos elétricos durante anos, nunca tinha ouvido de falar da Memristência antes desta semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Quanto menor for a escala em que os engenheiros e pesquisadores construírem seus dispositivos mais evidente será o efeito do Memristor, diz Chua, que é agora professor sênior em Berkeley.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Houveram várias pistas da existência do Memristor no início. “A gente sabia de características engraçadas de tensão na literatura durante os últimos 50 anos,” diz Williams. “Eu fui a esses velhos artigos e vi as figuras e disse, &#8216;Sim, eles têm Memristência, e nós não sabíamos como interpretá-la.&#8217;”</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">“Sem as equações de circuito de Chua, você não pode fazer o uso deste dispositivo,” diz Williams. A gente usava todas as equações de circuito incorretas. Comparando ele com um motor de uma máquina de lavar, seria a mesma coisa que substituir o motor elétrico da máquina por um motor a combustão, pensando porque ele não correrá.” Williams encontrou um Memristor ideal no dióxido de titânio — material de pintura branca e filtro solar. Como silício, o bióxido de titânio (TiO2) que é um semicondutor, em seu estado puro é altamente resistivo. Contudo, ele pode ser dopado com outros elementos para fazê-lo muito condutivo. O TiO2, dopado não fica estacionário em um alto campo elétrico, ele tende a derivar na direção da corrente elétrica. Tal mobilidade é um veneno para um transistor comum, mas resulta exatamente no efeito desejado em um Memristor. A colocação de um nível de tensão através de um filme fino de semicondutor TiO2 dopado apenas de um lado, causa a diminuição da resistência elétrica. O deslocamento de corrente elétrica em outra direção então empurrará o dopante para trás, aumentando a assim a resistência elétrica do TiO2.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Os Laboratórios da HP estão pesquisando como manufaturar os Memristors de TiO2 e outros materiais além de tentar compreender a física por trás deles. Eles também têm perspectiva de integrar Memristors em um único chip de silício. O grupo da HP tem um silício híbrido do tipo CMOS Memristor em testes.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">As implicações nos aspectos dos circuitos elétricos podem ser a sensações do momento. As aplicações terão de ser identificadas pois as características únicas do Memristor oferecem possibilidades ainda não cobertas por componentes de hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Williams está em negociações com vários laboratórios de engenharia e neurociências que estão há muito tempo perseguindo dispositivos que emulam os sistemas neurais biológicos. Chua diz que, as sinapses, conexões entre neurônios, têm um pouco do comportamento Memristivo. Por isso, um Memristor seria o dispositivo eletrônico ideal para emular uma sinapse biológica.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Redesenhando certos tipos de circuitos para incluir os Memristors, Williams espera obter a mesma função com menos componentes, fazendo o próprio circuito mais barato e significativamente reduzido, inclusive quanto ao seu consumo de energia. De fato, ele espera combinar Memristors com elementos de circuito tradicionais para produzir um dispositivo que faz computação não-booleana. “Não sabemos se estamos construindo um cérebro eletrônico, mas queremos algo que funcionará como um cérebro humano,” diz Williams. Eles pensam que podem abstrair “a idéia básica da sinapse” para fazer um computador essencialmente analógico e eficiente. “Algumas coisas que um computador digital levaria um tempo quase infinito, um computador analógico a base de Memristor demoraria apenas uma leve brisa,”diz ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">O grupo da HP também está estudando o desenvolvimento de uma memória não volátil baseada em Memristor. “Uma memória baseada em Memristors pode ser 1.000 vezes mais rápida do que discos magnéticos e usar muito menos energia,” diz Williams, parecendo com uma criança em uma loja de doces.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;">Chua acredita que a memória não volátil será a aplicação imediata do Memristor. “Estou muito feliz por isto romper as linhas inimigas” diz ele. “Na realidade a nanoescala permite que este efeito fique dominante, e você o encontrará gostando ou não dele, estou contente por poder mostrar para as pessoas a direção correta.”</span></p>
<p><span style="font-weight: normal; background-color: #ffffff;"><em>Adaptado do Texto do <a href="http://spectrum.ieee.org/semiconductors/design/the-mysterious-memristor" target="_blank">IEEE Spectrum Online sobre o Misterioso Memristors</a> pelo <a href="http://www.univap.br/graduacao/feau/docs/O_Misterioso_Memristor.pdf" target="_blank">Prof. Dr. Luis Filipe Wiltgen Barbosa</a> – LRA/FEAU/UNIVAP – 06 de maio de 2008.</em></span></p>
</div>

<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Simulador de Manipuladores Robóticos &#8211; Kukim</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 04:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rbabreu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este aplicativo é um simulador didático de manipuladores robóticos. Não requer instalação.


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<p>No aplicativo podem ser estudadas a cinemática e anatomia do manipulador, programar uma seqüência de operações e comandá-lo através de um joystick ou mouse, de forma interativa, a fim de facilitar o entendimento e incentivar o usuário iniciante no estudo da robótica.</p>
<p>Este software foi desenvolvido para ser leve podendo ser executado no sistema operacional Windows 98 ou superior.</p>
<p>Requisitos mínimos de hardware:</p>
<p><strong>- Não requer instalação (Só descompactar o arquivo)</strong></p>
<p>-Placa aceleradora de vídeo de 8MB</p>
<p>-64 MB de memória RAM</p>
<p>-Processador de 450 MHz</p>
<p>Dê sua contribuição. Basta entrar em contato através do e-mail abaixo ou postar um comentário.</p>
<p>E-mail para contato: Na documentação do software</p>
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<p><strong>É proibido comercializar esse software sem a permissão dos autores &#8211; Todos os Direitos reservados</strong></p>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 04:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_1220" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a class="lightbox" title="filterpro" href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/10/filterpro.jpg"><img class="size-medium wp-image-1220" title="filterpro" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/10/filterpro-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Interface do Software FilterPro (Clique na Imagem para ampliar)</p></div>
<p>O projeto de filtros ativos e passivos é vital para a eletrônica moderna mas a sua elaboração pode ser complicada e demandar muito tempo. O FilterPro é um aplicativo para desenvolver filtros passa baixa, passa alta, passa faixa, rejeita faixa, notch . Em 1991 a empresa Burr-Brown lançou o FilterPro que teve seu início na plataforma DOS, desenvolvido por Bruce Trump e R. Mark Stitt. Quando a Texas Instruments em 2000 comprou a Burr-Brown esse software foi atualizado e escrito para plataforma Windows, uma nova interface foi desenvolvida e ocorreu a decisão de disponibilizar para os clientes.  Suporta filtros MFB e Sallen-Key passa baixa e passa alta usando realimentação, amplificadores operacionais, resistores e capacitores.  Inclui também Bessell, Butterworth e Chebychev. Pode ser usado para desenvolver filtros de 1 a 10 polos. Os valores de capacitor e resistor em cada estágio podem ser selecionados pelo computador ou inseridos pelo projetista. A resposta do filtro é exibida em um gráfico mostrando ganho de fase, atraso e resposta em frequências.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p><a title="download" href="http://www.easy-share.com/1908279576/filterpro_design_program_download-h.exe" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="download" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/05/down.jpg" alt="" width="192" height="95" /></a></p>
</div>

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		<title>Google faz parceria para fornecer software de medição de energia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erwin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
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		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google está se associando à companhia privada Energy Inc para fornecer aos domicílios nos Estados Unidos um software de gestão de energia


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</ol>]]></description>
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<p>O Google lançou em fevereiro uma ferramenta de Web, chamada PowerMeter, que permite aos usuários monitorar quanta eletricidade utilizam em suas casas. Nos últimos meses, algumas centenas de clientes testaram o software.</p>
<p>Agora, os consumidores podem comprar o dispositivo de medição de energia da Energy Inc, chamado TED 5000, que custa cerca de 200 dólares, e usar o software do Google no aparelho, sem precisar de um medidor inteligente.</p>
<p>Embora mais e mais empresas de serviços de utilidade pública estejam instalando medidores inteligentes, eles ainda representam uma pequena porcentagem de todos os medidores de eletricidade dos EUA.</p>
<p>A parceria não é exclusiva e não inclui termos financeiros, segundo a companhia. O Google continuará trabalhando com outros parceiros na área, como a San Diego Gas &amp; Electric, da Sempra, e a alemã Yello Strom.</p>
<p>O Google é amplamente conhecido como uma ferramenta de buscas na Internet, mas também está se aventurando em tecnologia limpa.</span></p>
<p><span>Fonte: UOL</span></p>
</div>

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